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Os indivíduos desta Subfamília não possuem listras claras faciais. O apêndice nasal é desenvolvido e aparece em forma de lança ou espada. O focinho é estreito. O lábio inferior apresenta protuberâncias dispostas em "V" ou "Y", marginadas ou não por pequenas papilas. As orelhas são grandes ou muito grandes. Em algumas espécies, a base das orelhas encontra-se unida por uma membrana. A membrana interfemural e a estrutura cartilaginosa do calcâneo são bastante desenvolvidos. A cauda está sempre presente.
Distribuição geográfica: regiões tropicais das Américas. Espécies: no Brasil ocorrem 10 gêneros e 31 espécies. Alimentação: dieta bastante variada, incluindo desde insetos, frutos, flores, até pequenos vertebrados. Abrigos: cavernas, ocos-de-árvores, termiteiros, edificações, entre outros. Os morcegos desta subfamília têm sido encontrados somente em ambientes naturais ou rurais, com exceção de Phyllostomus hastatus, já registrada nos ambientes urbanos do Distito Federal, abrigando-se em juntas de dilatação de prédios. Raiva: no Brasil, 6 espécies da Subfamília Phyllostominae já foram identificadas com o vírus rábico (Chrotopterus auritus, Lonchorhina aurita, Micronycteris megalotis, Phyllostomus hastatus, Tonatia brasiliense e Trachops cirrhosus). Fonte: ( 70 ) Método Visual para Identificação de Morcegos do Distrito Federal - Diretoria de vigilância Ambiental SES/GDF.
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