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Os morcegos pertencentes a esta família são pequenos e não apresentam apêndice nasal.
O focinho é pequeno, alongado e voltado para cima. O lábio superior estende-se, em algumas espécies, além dos limites do inferior, que se apresenta levemente fendido no centro e desprovido de dobras semilunares. As orelhas são de tamanho moderado, simples, triangulares, com as pontas levemente afiladas ou arredondadas. As bordas internas das orelhas são separadas ou ligadas na base por uma faixa membranosa. A cauda é menor que a membrana interfemural cuja ponta emerge livremente na metade superior da membrana. Os pés e as unhas são pouco desenvolvidos. Uma bolsa glandular localizada no propatágio encontra-se presente em várias espécies, apresentando-se mais desenvolvida nos machos (relaciona-se à demarcação de territórios e às atividades reprodutivas).
A pelagem varia do castanho acinzentado ao quase negro. Nesta família, encontram-se os chamados “morcegos brancos” (gênero Diclidurus). Algumas espécies apresentam duas linhas longitudinais brancas no dorso ou duas linhas claras sobre os olhos.
Espécies: no Brasil, ocorrem 7 gêneros e 15 espécies. A espécie Saccopteryx gymnura compõe a lista de espécies ameaçadas de extinção no Brasil. Alimentação: insetos. Abrigos: cavernas, ocos e troncos de árvores, sob pontes, porões e sótãos de prédios e casas. Nestes abrigos, os morcegos ocupam os locais mais iluminados como, por exemplo, a parte anterior de porões e os salões de entrada das cavernas. Quando em repouso, apoiam-se ventralmente nas superfícies verticais (troncos, rochas, paredes).
Raiva: no Brasil, não existem registros, até o momento, de morcegos da Família Emballonuridae infectados com o vírus rábico. Fonte: ( 70 ) Método Visual para Identificação de Morcegos do Distrito Federal - Diretoria de vigilância Ambiental SES/GDF.
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